sexta-feira, setembro 19, 2008

Em busca da Certificação

Inscrevi-me num CNO para tentar obter o meu RVCC, de nível Secundário, que é constituído por três grandes áreas: Cidadania e Profissionalidade, Sociedade Tecnologia e Ciência e Cultura Língua e Comunicação.
1. O que é o Sistema Nacional de RVCC? O Sistema Nacional de RVCC é composto pela Rede Nacional dos 219 Centros Novas Oportunidades existentes, onde se desenvolvem os processos de reconhecimento, validação e certificação de competências adquiridas pelas pessoas adultas, em vários contextos de vida. O Sistema Nacional de RVCC desenvolve actualmente apenas processos RVCC de nível básico, passando a desenvolver também de nível secundário através da aplicação do Referencial de Competências-Chave para a educação e formação de adultos de nível secundário e do respectivo Guia de Operacionalização. 1.1. Em que princípios se baseiam os Centros Novas Oportunidades? O Sistema Nacional de RVCC veio dar resposta à necessidade de qualificação de adultos que, não tendo oportunidade de concretizar e completar ciclos de escolaridade de nível básico, mas que detendo uma experiência de vida alargada em diferentes domínios de actuação, poderiam ver reconhecidas e certificadas as suas competências-chave, através de processos RVCC, em contextos adequados e a partir do trabalho conjunto com técnicos especializados. Os princípios que orientam as acções dos Centros Novas Oportunidades caracterizam-se por privilegiar a aprendizagem ao longo da vida, e os contextos informais e não-formais de aquisição e desenvolvimento de competências e saberes, a par com os contextos formais de aprendizagem. Assentam o seu funcionamento e processos de reconhecimento, validação e certificação no conceito de competências-chave, entendido como um conjunto de capacidades, conhecimentos e saberes que possibilitam aos cidadãos nas sociedades contemporâneas, actuarem de modo eficaz nas diferentes esferas de relação interpessoal e/ou institucional (privada, profissional, com as instituições e com a sociedade que os rodeia e sua evolução). Baseiam-se em processos inovadores de grande amplitude como os de reconhecimento, validação e certificação de competências, que se desenvolvem ao ritmo próprio do candidato adulto, partem das suas experiências de vida e consolidam percursos de auto-aprendizagem, reflexividade pessoal e formação individual.
Fi-lo porque senti que as minhas Habilitações Literárias estavam cada vez mais desfasadas dos tempos de hoje (já se fala na escolaridade obrigatória ir até ao 12º ano, o que me deixaria abaixo da 'linha de água') e do meu currículo profissional, que é extenso. Fui hoje à sessão de esclarecimentos e confirmei o meu entusiasmo - já havia lido o Guia Operacional. Depois da Certificação, seguir-se-á o a cesso ao Ensino Superior via processo de "Bolonha, maiores de 23" - já ando em explicações de Português e Matemática desde 6 de Agosto. Hà quase um ano deixei de fumar, agora voltei a estudar. Para além do benefício pessoal, directo que obterei se fôr bem sucedido, fica o exemplo para o meu filho (entrou agora para o 11º com 16). Acredito que os gestos valem mais do que mil ...como é que eles dizem? 'Sécas!'. Sim, ainda tenho sonhos. :-)

terça-feira, agosto 19, 2008

GeoAcampamento 2008

GeoAcampamento2008
A minha participação num GeoAcampamento foi, mais uma vez, destinada a satisfazer os gostos e preferências dos jovens da minha família, desta vez com a participação da Mónica. Assim, o nosso programa 'tinha' mesmo que incluir a subida da 'Fenda da Calcedónia, o 'Pé de Cabril', a piscina do parque de campismo e uns mergulhos nas 'Pozas del Rio Caldo'. :-) Destes objectivos só falhei o 'Pé de Cabril' porque quis ir por outro lado, desde a Casa de Leonte, e não dei com o local certo para virar à esquerda e, como já era tarde, olhando para a cara deles, achei melhor deixar para a próxima oportunidade. Como está implícito nos objectivos desta participação, e já o tinha comentado com a Silvana, só participei no programa comum quando conseguia 'aliciar' os meus jovens para isso. Foi desta maneira que perdi a grande caminhada do dia 15 e as suas peripécias das quais fui recebendo notícias por telemóvel. Primeiro dia. Arrancámos de Lisboa pouco depois da meia-noite, com a companhia do Bringer, e dirigimo-nos ao acampamento. Sabiamos que íamos lá chegar algumas horas antes de se poder fazer o check-in mas seriam usadas para descansar/dormir um pouco e assim foi. Depois, tivemos a ajuda da Silvana, do Carlos 'Overdose Nesquick' e da Carta de Campista dos Tony&MAry para conseguirmos ser aceites no Parque uma vez que já estava oficialmente 'Full'. :-) Um grande obrigado a todos! :-) Como este foi o dia em que estava previsto bom tempo, não podia falhar a 'Fenda' - se o tempo estivesse bom no dia seguinte, voltávamos lá com o grupo mas ...achei melhor jogar pelo seguro - e foi um espectáculo ver a satisfação dos 'repetentes' Filipe e João e da estreante Mónica. Não se importavam nada de lá voltar no dia seguinte, que era quando estava previsto o grupo lá ir. Mas, tal como se previa pela metereologia, o dia seguinte foi de CHUVA! Ainda antes do dia seguinte, tivemos um óptimo jantar no Chana, o restaurante das Pizas na lenha, ali em Vilar da Veiga, e depois fomos à Pedra Bela para tentar ver as estrelas - levámos um telescópio de propósito para isso! - e ver o eclipse lunar. A única coisa que vimos foi um grande eclipse lunar e estelar tal o céu nublado que estava... Ainda acompanhei o achamento da cache local por parte de alguns geocachers e constatei que a mesma se deslocou do local onde a tinha visto o ano passado... No dia seguinte... Mas será que o S. Pedro tem alguma coisa contra os acampamentos de Geocachers?! Chuva cheia de vontade de molhar. Pocinhas ao lado e por debaixo das tendas e... em alguns casos, até pocinhas de água por cima das tendas... Bem, foi de tal maneira que os meus jovens recusaram-se a sair das tendas enquanto não parasse de chover. Atirei com uns leites com chocolate mais uns croiassants lá para dentro, fui ao minimercado comprar sacos de plástico para eles calçarem for fora das meias (porque tinham deixado as botas foras das tendas) e juntei-me ao grupo para ir fazer umas 'drive-in's com eles, antes do almoço (atenção que 'drive-in's no Gerês não é a mesma coisa que nas cidades. ;-) ) Nesta primeira saída com o grupo, foi uma agradibilíssima surpresa a cache do Miradouro da Boneca. Foi também engraçado a logística para lá chegar com alguns carros aos saltos pelas pedras e poças de água e outros, um pouco mais baixinhos a ficarem perto do alcatrão, e depois os transbordos de pessoal entre os carros para se chegar ...400m mais à frente. ;-) Entretanto, quando nos aproximámos da Boneca, deixou de chover e tivemos um resto de dia geocachável. :-) Mas antes, foi tempo da maior barrigada do evento; o almoço no 'São João' com costeletas a sair do prato para fora em ambas as extremidades! :-) O Gerês é assim; grandes caminhadas (embora nõa tenha participado desta vez) e grandes almoçaradas (só para aqueles que se alimentam de comida e não de caches ;-) ) Na parte da tarde, lá se propiciou para nos juntarmos todos (os meus jovens e o grupo do acampamento) numa caçada colectiva a algumas caches em volta do Rio Arade. Que espectáculo as 'Cascatas de Tahiti'! Ainda houve alguma confusão e regressos atrás para lá chegar mas, uma vez lá chegados, e ultrapassado um obstáculo mais desafiante, ficámos todos de boca aberta (salvo seja) em frente das cascatas! Depois, o grupo foi-se dividindo (alguns já tinham visto esta e a restante e havia a churrascada para preparar e carne para comprar) e a parte de grupo onde fiquei foi procurar outra 'drive-in' à moda do Gerês, que se chama 'The River'. Aqui os 'cabritos' deram largas às pernas e enquanto nós serpenteávamos caminho acima, para vencer um desnível de alguns 100m, eles foram em linha mais ou menos recta pelos calhaus acima e só pararam no topo do monte, aí uns 20 ou 30m acima! É disto que eles gostam. ;-) Regressámos então ao acampamento para a Churrascada. Aqui há que dar os parabéns à Silvana pelas alheiras muito gostosas e um Grande Agradecimento aos Geocachers que assumiram a tarefa de grelhar as carnes e os enchidos. Tiveram um trabalhão imenso e o Churrasco estava óptimo e só nos resta ficar-lhes imensamente gratos por isso. Sei, apercebi-me, que a Silvana ficou desiludida por não haver outros petiscos a acompanhar as alheiras mas confesso que, falando por mim, ainda pensei no assunto mas não sei que poderia levar daqui de Lisboa... uma folhinha de alface? É o problema das cidades grandes; ficam completamente descaracterizadas em termos de usos, costumes e produtos regionais e nestas situações não temos nada de jeito para apresentar. Por isso, hà que agradecer e preservar o que o interior e as suas gentes têm. Um grande obrigado! :-) Entretanto a chuva ia fazendo 'aparições' de 5 minutos a cada meia hora que passava, a lembrar que sabia que nós estávamos ali... Terceiro dia. Dia do regresso, do check-out mas também, para nós, dia da ida às 'Pozas' para os moços se deliciarem com umas cacholadas nas águas 'calientes' dos espanhóis. Comecei por ir arrumando as coisas o melhor que podia, torcendo as toalhas e metendo-as em sacos de plástico, ainda com a chuva a fazer algumas aparições mas lá se levantou as tendas e se arrumou a tralha no carro. Pequeno almoço no parque e convívio com quem comeu ao mesmo tempo que nós e chegou a hora das despedidas do GeoAcampamento. Calhou a coincidência que o Paulo (carolangelpaul) estivesse com vontade de visitar as 'Pozas' e lá fomos todos em direcção à... Lusitani no Cávado - passámos lá tanta vez que era um crime não a visitar. :-) Depois rumámos então à Mata da Albergaria, Portela do Homem e 'Pozas'. Quando estávamos a arrumar o carro e a preprar as coisas para iniciar a descida, aparecem o 'nunotvedras' e o 'plnauta'. Boa! Mais companhia para o percurso. E até deu para o João perguntar ao 'plnauta' porque que é que uns gafanhotos são azuis e outros vermelhos... ;-) Chegados ao local, que já conheço das n vezes que já lá fui, foi a vez de ouvir as exclamações de satisfação e espanto dos que ali estavam pela primeira vez. :-) O calção de banho! O calção de banho! (entretanto havia parado de chover quando saímos do Parque e a temperatura do Sol já era muito agradável para uns mergulhos). Como a Mónica também estava 'apeada' em termos de fato de banho, lá se combinou que os geocachers iam mais para cima procurar e logar a cache e demoravam-se uns bons minutos a tirar fotos, enquanto ela tirava a roupa e dava uns mergulhos em soutien e cuecas porque não podia perder aquela oportunidade. :-) Depois dávamos sinal quando quiséssemos voltar para trás para ela se vestir novamente. É só logisticas altamente eficazes! ;-) Depois, foi tempo de regressar ao carro - uma subidinha de cerca de 2kms com uma inclinação não muito acentuada mas sempre constante e ...ála para o almoço na Vila do Gerês. Entretanto o grupo das 'Pozas' separou-se porque havia quem quizesse tentar uma das 'Preguiças' mas, como aconteceu ao longo do Evento, os grupos separam-se e juntam-se com a mesma facilidade; quando estávamos a almoçar chegam, novamente, o nunotvedras, o plnauta e o carolangelpaul que regressavam da 'Pregiça' que tinham tentado visitar. E prontos, além de saber porque é que o bacalhau está em vias de extinção (explicado pelo carolangelpaul) a nota mais importante (e um bocadinho chata) foi o atravessarmos a Vila do Gerês ao ritmo da Procissão que decorria no exacto momento que que por lá passámos! Um grande agradecimento à Silvana e Drager pela organização deste Evento que, mais uma vez, foi muito agradável apesar da chuva e um grande abraço a todos que conosco partilharam estes três belos dias do GeoAcampamento 2008. Um obrigado ao Bringer pela simpática companhia e por ter tomado a condução do carro quando eu lhe pedia por me sentir cansado. Assim, ter com quem partilhar o volante, é mais seguro. :-)

quarta-feira, julho 02, 2008

A ver estrelas


Numa das minhas deambulações pelas revistas de informática que pululam pelo meu dia a dia, deparei-me hoje com um artigo que me chamou a atenção.

A Microsoft tem disponível, em fase beta, o Worldwide Telescope (WWT), uma aplicação que permite a amadores e entusiastas explorarem as mais remotas galáxias e planetas. (...) O programa pode ser descarregado gratuitamente da internet, (...).
O WWT apresenta o sistema solar, buracos negros, constelações, nebulosas e acontecimentos cosmológicos. Por exemplo, conseguimos ver uma previsão do eclipse solar que vai acontecer a 1 de Agosto de 2008.
Este programa permite ao utilizador juntar-se a uma comunidade de astrónomos e partilhar visitas e informação, adicionar imagesn, criar apresentações e pesquisar informações sobre o espaço.
O utilizador pode optar por vaguear à solta, fazer uma visita guiada, com narração de um asrónomo ou de um amador ou de criar a sua própria visita.
A Google, com o Earth, especializou-se na Terra, mas permite espreitar o céu. A Microsoft, com o WWT, especializou-se no céu, mas também se pode espreitar a Terra.
O WWT permite a criação de tours personalizados, com a possibilidade de inserir texto, imagens, formas, música ou narração que depois podem ser partilhados e guardados no computador. (...)


in Exame Informática Soluções.


Descarreguei o programa e, em casa, virei o site WWT todo e não descansei enquanto não li todas as letras nele escritas e vi os vides com os testemunhos dos Astrónomos e Físicos a falarem de programa.

Depois comecei a ver estrelas no WWT - lento a arrancar mas os requisitos de hardware são consideráveis - e deliciei-me.

Acho que vou andar a ver estrelas durantes uns tempos...

terça-feira, junho 24, 2008

Um negócio da 'China'

Mais ou menos habituado, que estou, a perder sempre para com as grandes empresas ou entidades públicas quando se trata de pormenores tais como, o arredondamento da taxa de juro ou o ser considerado à partida como devedor dos impostos, e ter que ser eu a fazer prova da inocência, ou então a ter que suportar o apetite pelo lucro que as grandes organizações têm em que não lhes basta ter lucro mas, sim, hà que obter o maior lucro possível, mesmo que isso estrangule os seus clientes e os leve ao desaparecimento - leia-se falência -, quando surge um episódio 'ao contrário' é caso para registar. Foi o que me aconteceu hoje, como corolário de um processo de reclamação que já se desenrola hà cerca de um mês; Há dois anos ofereci ao Filipe um leitor Creative Zen Vision M pelo aniversário. Hà uns meses atrás, o rapazito tendo levado o aparelho para a escola (errado!) e tendo-o no bolso, ao levantar-se bateu com a coxa na parte inferior da mesa da sala de aulas e... escaqueirou o 'MP3'. Ficou desolado.... e eu furioso. Bom, como as coisas a nível de escola estavam a correr bem e como um novo aniversário se aproximava, decidi mandar reparar o aparelho. Foi em 19 de Abril. Paguei logo na altura, 15€ para me fazerem o orçamento Exactamente um mês depois, recebo o orçamento que importava ao todo em 148€ pela reparação. Seja. Perto do final do mês de Maio, começo a indagar sobre o andamento do processo - tinham-me dito que o orçamento era a parte mais demorada e que, uma vez aceite, a reparação era rápida e simples - e no dia 29 recebo a notícia de que o aparelho estava reparado e deveria chegar à loja, da grande superfície de equipamentos e electrodomésticos, dentro de dias. Descanso e telefono uma semana depois. A mesma notícia... começo a estranhar tanta demora no envio do aparelho desde as instalações do reparador para a grande superfície. Decorria a greve/bloqueio dos camionistas e pensei que seria essa a causa. Continuei a telefonar e, agora a deslocar-me pessoalmente lá todas as semanas e na última, já quase todos os dias. Passado que foi um mês sobre a aceitação do orçamento, e quase um mês sobre o final da reparação e perante a minha pressão cada vez maior, começou a grande superfície a encarar a hipótese de me fazer uma proposta comercial para, perante o pagamento do orçamento pela minha parte, eles fornecerem-me um equipamento igual ou equivalente. Nos últimos dias, desde Sábado, o contacto por telefone e pessoal foi diário, com grandes secas, é verdade, mas sem desistir porque os anos do Filipe estão mesmo aí à porta. Então ontem, lá avançaram para uma proposta comercial nos termos descritos e que aceitei sem hesitar. Mas não ficou resolvido logo ontem porque a única unidade que tinham era côr-de-rosa e eu, como eu não tinha presente o valor exacto do aparelho para se poder calcular o valor de outro equivalente, tive que lá voltar hoje. Assim, foi e de posse da factura de 2006 (tinham sido 300€) lá se começou a tratar do assunto. Eis senão quando, após umas consultas e uns telefonemas, o funcionário que me atendeu sempre bem, diga-se, começou a tentar dar-me a volta dizendo que como já não havia o aparelho exactamente igual mas havia o côr-de-rosa, que eu não queria, e também não havia o modelo superior (o anterior era de 30Gb e o modelo superior seria de 60Gb, para o qual eu até estava disposto a pagar alguma diferença se fosse preciso), então o que eles poderiam fazer era restituírem-me a diferença entre os 148€ do orçamento total e os 300€ que tinha pago pelo aparelho, aparentemente extraviado no circuito de reparação deles, e eu depois ia à loja comprar o que me apetecesse. Olheio-os de lado, tomei uma postura mais séria e disse-lhes; Meus senhores, a minha intenção desde o início sempre foi a de receber o meu aparelho reparado e pagar a importância do orçamento aceite. Têm aí o aparelho para me entregar? Entreguem-mo e fico satisfeito. Não têm? Não passaram já todos os prazos contratualmente considerados no processo de reparação que ambas as parte aceitaram? Não me fizeram uma proposta comercial que eu aceitei? Então, seguimos em frente com a mesma; eu pago o orçamento todo e os senhores dão-me um aparelho à minha escolha, equivalente em funcionalidades e com valor até 300€. Mais palavra, menos palavra foi o que lhes disse. E assim, foi; resolvidas as burocracias e pagos os 133€, saí de lá com um iPod Classic de 80Gb com, segundo dizem, melhor qualidade de som, mais recente, maior capacidade de armazenamento, no valor de 229€, e reembolsaram-me ainda 71€ em dinheiro para perfazer os 300€. E trouxe factura do novo equipamento que vale como se tivesse sido comprado de forma normal e, por isso, com a garantia total em termos de cobertura e periodo, a partir de hoje. :-)