terça-feira, outubro 21, 2008
sexta-feira, setembro 19, 2008
Em busca da Certificação
Inscrevi-me num CNO para tentar obter o meu RVCC, de nível Secundário, que é constituído por três grandes áreas: Cidadania e Profissionalidade, Sociedade Tecnologia e Ciência e Cultura Língua e Comunicação.
1. O que é o Sistema Nacional de RVCC? O Sistema Nacional de RVCC é composto pela Rede Nacional dos 219 Centros Novas Oportunidades existentes, onde se desenvolvem os processos de reconhecimento, validação e certificação de competências adquiridas pelas pessoas adultas, em vários contextos de vida. O Sistema Nacional de RVCC desenvolve actualmente apenas processos RVCC de nível básico, passando a desenvolver também de nível secundário através da aplicação do Referencial de Competências-Chave para a educação e formação de adultos de nível secundário e do respectivo Guia de Operacionalização. 1.1. Em que princípios se baseiam os Centros Novas Oportunidades? O Sistema Nacional de RVCC veio dar resposta à necessidade de qualificação de adultos que, não tendo oportunidade de concretizar e completar ciclos de escolaridade de nível básico, mas que detendo uma experiência de vida alargada em diferentes domínios de actuação, poderiam ver reconhecidas e certificadas as suas competências-chave, através de processos RVCC, em contextos adequados e a partir do trabalho conjunto com técnicos especializados. Os princípios que orientam as acções dos Centros Novas Oportunidades caracterizam-se por privilegiar a aprendizagem ao longo da vida, e os contextos informais e não-formais de aquisição e desenvolvimento de competências e saberes, a par com os contextos formais de aprendizagem. Assentam o seu funcionamento e processos de reconhecimento, validação e certificação no conceito de competências-chave, entendido como um conjunto de capacidades, conhecimentos e saberes que possibilitam aos cidadãos nas sociedades contemporâneas, actuarem de modo eficaz nas diferentes esferas de relação interpessoal e/ou institucional (privada, profissional, com as instituições e com a sociedade que os rodeia e sua evolução). Baseiam-se em processos inovadores de grande amplitude como os de reconhecimento, validação e certificação de competências, que se desenvolvem ao ritmo próprio do candidato adulto, partem das suas experiências de vida e consolidam percursos de auto-aprendizagem, reflexividade pessoal e formação individual.Fi-lo porque senti que as minhas Habilitações Literárias estavam cada vez mais desfasadas dos tempos de hoje (já se fala na escolaridade obrigatória ir até ao 12º ano, o que me deixaria abaixo da 'linha de água') e do meu currículo profissional, que é extenso. Fui hoje à sessão de esclarecimentos e confirmei o meu entusiasmo - já havia lido o Guia Operacional. Depois da Certificação, seguir-se-á o a cesso ao Ensino Superior via processo de "Bolonha, maiores de 23" - já ando em explicações de Português e Matemática desde 6 de Agosto. Hà quase um ano deixei de fumar, agora voltei a estudar. Para além do benefício pessoal, directo que obterei se fôr bem sucedido, fica o exemplo para o meu filho (entrou agora para o 11º com 16). Acredito que os gestos valem mais do que mil ...como é que eles dizem? 'Sécas!'. Sim, ainda tenho sonhos. :-)
terça-feira, agosto 19, 2008
GeoAcampamento 2008
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| GeoAcampam |
quarta-feira, julho 02, 2008
A ver estrelas

Numa das minhas deambulações pelas revistas de informática que pululam pelo meu dia a dia, deparei-me hoje com um artigo que me chamou a atenção.
A Microsoft tem disponível, em fase beta, o Worldwide Telescope (WWT), uma aplicação que permite a amadores e entusiastas explorarem as mais remotas galáxias e planetas. (...) O programa pode ser descarregado gratuitamente da internet, (...).
O WWT apresenta o sistema solar, buracos negros, constelações, nebulosas e acontecimentos cosmológicos. Por exemplo, conseguimos ver uma previsão do eclipse solar que vai acontecer a 1 de Agosto de 2008.
Este programa permite ao utilizador juntar-se a uma comunidade de astrónomos e partilhar visitas e informação, adicionar imagesn, criar apresentações e pesquisar informações sobre o espaço.
O utilizador pode optar por vaguear à solta, fazer uma visita guiada, com narração de um asrónomo ou de um amador ou de criar a sua própria visita.
A Google, com o Earth, especializou-se na Terra, mas permite espreitar o céu. A Microsoft, com o WWT, especializou-se no céu, mas também se pode espreitar a Terra.
O WWT permite a criação de tours personalizados, com a possibilidade de inserir texto, imagens, formas, música ou narração que depois podem ser partilhados e guardados no computador. (...)
in Exame Informática Soluções.
Descarreguei o programa e, em casa, virei o site WWT todo e não descansei enquanto não li todas as letras nele escritas e vi os vides com os testemunhos dos Astrónomos e Físicos a falarem de programa.
Depois comecei a ver estrelas no WWT - lento a arrancar mas os requisitos de hardware são consideráveis - e deliciei-me.
Acho que vou andar a ver estrelas durantes uns tempos...
terça-feira, junho 24, 2008
Um negócio da 'China'
Mais ou menos habituado, que estou, a perder sempre para com as grandes empresas ou entidades públicas quando se trata de pormenores tais como, o arredondamento da taxa de juro ou o ser considerado à partida como devedor dos impostos, e ter que ser eu a fazer prova da inocência, ou então a ter que suportar o apetite pelo lucro que as grandes organizações têm em que não lhes basta ter lucro mas, sim, hà que obter o maior lucro possível, mesmo que isso estrangule os seus clientes e os leve ao desaparecimento - leia-se falência -, quando surge um episódio 'ao contrário' é caso para registar.
Foi o que me aconteceu hoje, como corolário de um processo de reclamação que já se desenrola hà cerca de um mês;
Há dois anos ofereci ao Filipe um leitor Creative Zen Vision M pelo aniversário. Hà uns meses atrás, o rapazito tendo levado o aparelho para a escola (errado!) e tendo-o no bolso, ao levantar-se bateu com a coxa na parte inferior da mesa da sala de aulas e... escaqueirou o 'MP3'. Ficou desolado.... e eu furioso.
Bom, como as coisas a nível de escola estavam a correr bem e como um novo aniversário se aproximava, decidi mandar reparar o aparelho. Foi em 19 de Abril. Paguei logo na altura, 15€ para me fazerem o orçamento
Exactamente um mês depois, recebo o orçamento que importava ao todo em 148€ pela reparação. Seja.
Perto do final do mês de Maio, começo a indagar sobre o andamento do processo - tinham-me dito que o orçamento era a parte mais demorada e que, uma vez aceite, a reparação era rápida e simples - e no dia 29 recebo a notícia de que o aparelho estava reparado e deveria chegar à loja, da grande superfície de equipamentos e electrodomésticos, dentro de dias.
Descanso e telefono uma semana depois. A mesma notícia... começo a estranhar tanta demora no envio do aparelho desde as instalações do reparador para a grande superfície. Decorria a greve/bloqueio dos camionistas e pensei que seria essa a causa.
Continuei a telefonar e, agora a deslocar-me pessoalmente lá todas as semanas e na última, já quase todos os dias.
Passado que foi um mês sobre a aceitação do orçamento, e quase um mês sobre o final da reparação e perante a minha pressão cada vez maior, começou a grande superfície a encarar a hipótese de me fazer uma proposta comercial para, perante o pagamento do orçamento pela minha parte, eles fornecerem-me um equipamento igual ou equivalente.
Nos últimos dias, desde Sábado, o contacto por telefone e pessoal foi diário, com grandes secas, é verdade, mas sem desistir porque os anos do Filipe estão mesmo aí à porta.
Então ontem, lá avançaram para uma proposta comercial nos termos descritos e que aceitei sem hesitar. Mas não ficou resolvido logo ontem porque a única unidade que tinham era côr-de-rosa e eu, como eu não tinha presente o valor exacto do aparelho para se poder calcular o valor de outro equivalente, tive que lá voltar hoje.
Assim, foi e de posse da factura de 2006 (tinham sido 300€) lá se começou a tratar do assunto. Eis senão quando, após umas consultas e uns telefonemas, o funcionário que me atendeu sempre bem, diga-se, começou a tentar dar-me a volta dizendo que como já não havia o aparelho exactamente igual mas havia o côr-de-rosa, que eu não queria, e também não havia o modelo superior (o anterior era de 30Gb e o modelo superior seria de 60Gb, para o qual eu até estava disposto a pagar alguma diferença se fosse preciso), então o que eles poderiam fazer era restituírem-me a diferença entre os 148€ do orçamento total e os 300€ que tinha pago pelo aparelho, aparentemente extraviado no circuito de reparação deles, e eu depois ia à loja comprar o que me apetecesse.
Olheio-os de lado, tomei uma postura mais séria e disse-lhes; Meus senhores, a minha intenção desde o início sempre foi a de receber o meu aparelho reparado e pagar a importância do orçamento aceite. Têm aí o aparelho para me entregar? Entreguem-mo e fico satisfeito. Não têm? Não passaram já todos os prazos contratualmente considerados no processo de reparação que ambas as parte aceitaram? Não me fizeram uma proposta comercial que eu aceitei? Então, seguimos em frente com a mesma; eu pago o orçamento todo e os senhores dão-me um aparelho à minha escolha, equivalente em funcionalidades e com valor até 300€. Mais palavra, menos palavra foi o que lhes disse.
E assim, foi; resolvidas as burocracias e pagos os 133€, saí de lá com um iPod Classic de 80Gb com, segundo dizem, melhor qualidade de som, mais recente, maior capacidade de armazenamento, no valor de 229€, e reembolsaram-me ainda 71€ em dinheiro para perfazer os 300€. E trouxe factura do novo equipamento que vale como se tivesse sido comprado de forma normal e, por isso, com a garantia total em termos de cobertura e periodo, a partir de hoje.
:-)
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